E no domingo a tarde, sem nada para fazer, sem nada para pensar, você escuta uma música e lembra dos seus sonhos de criança. Sonhos não realizados, sonhos não concretizados. Uns por motivos de falta de incentivo, outros por falta de coragem de dizer: “Não, eu quero ser isso e ninguém pode me impedir.” Mas impedem.
O menino Charlie.    (via pensamentos-antigos)

(Fonte: tipografado)

Te amo quando você sorri e faz aparecer a covinha linda que se forma do lado direito do seu rosto, quando tá com ciúmes, quando fica bravo ou quando cuida de mim. Te amo quando você se esforça pra me fazer sorrir, quando liga pra dizer que me ama e que eu sou a mulher da sua vida. Em contrapartida, te odeio quando a gente briga, quando me ignora, quando você fica frio e distante, quando me dá respostas curtas, quando me provoca e quando me esconde as coisas me impedindo de te cuidar. Mas esse meu ódio dura apenas uma fração de segundos, porque eu lembro o quanto você é incrível, lembro de todos os nossos sonhos, de todos os nossos planos, lembro que não sei viver sem você, que só você me faz sorrir assim, que você mudou a minha vida e transformou o meu mundo e aí, automaticamente te amo de novo.
Ogrodoce.  (via s-i-m-p-l-i-f-i-c-a-r)

(Fonte: gerberiar)